cantemos
as veias jorram nas árvores
nas raízes o sol arde a pique
e os que leêm não entendem
vivo noutras vozes
porque o destino não me cabe nas mãos
tenho o fim por inimigo
as letras como estradas longas
de onde extraio humanidade
maria andersen
Lindo!
ResponderEliminarbem vindo sempre Carlos.
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